Cerco-te,
inconstante!
que não me acalmas
mas que me adoças,
que foges quando te busco
e tropeças em mim
quando de ti me escondo,
que quanto mais te quero
mais volátil te tornas…
e quando penso que já não vens
pousa tua mão suave
às vezes pesada, sobre minha mão
e te digo:
- Por onde andavas?
E tu silente
apenas te aquietas
à ponta de minha pena
e te deitas preguiçosamente
escancarada neste papel.
Mas, caprichosa, nada respondes
apenas me deleitas
mesmo que esporadicamente,
com o frescor de teu hálito
e a doçura de teus beijos,
com o calor de teu corpo
no aconchego dos teus seios,
Rebelde poesia
Incômoda inspiração.
Campo Grande-MS, 29.12.07 (23:05 h)
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