ÁUREO MOMENTO NEGRO De além-mar iniciava a navegação, Que trazia em seu porão Uma triste realidade. Negreiro o nome do navio era Trazendo de africanas terras Homens e mulheres sem liberdade. Como animais foram tratados E assim por muitos considerados. A mão de obra involuntária, Produto de venda para o engenho, E muitos se foram em lutas solitárias Barbáries […]
Nossa!!
Q lindo!
Solitário, mas lindo!
“De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.”
Autor: Vinícius de Moraes
Comentário por Priscill@ — Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008 @ 11:04 |