ÁUREO MOMENTO NEGRO De além-mar iniciava a navegação, Que trazia em seu porão Uma triste realidade. Negreiro o nome do navio era Trazendo de africanas terras Homens e mulheres sem liberdade. Como animais foram tratados E assim por muitos considerados. A mão de obra involuntária, Produto de venda para o engenho, E muitos se foram em lutas solitárias Barbáries […]
Nossa…parabéns, bela poesia…lendo eu consegui imaginar perfeitamente toda a cena que ocorreu. Gostei mesmo. =)
Comment por Guilherme Colossi Rodrigues — Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009 @ 15:30 |